Kjeldahl, Dumas ou NIR: Qual o melhor método para analisar proteínas na indústria?


No controle de qualidade industrial, a escolha do método analítico pode ser o diferencial entre eficiência operacional e gargalos laboratoriais. Em meu novo artigo publicado na Revista Técnica da Agroindústria, mergulhei nas principais tecnologias utilizadas hoje para a determinação de proteínas em alimentos.

Os 3 Gigantes da Análise Proteica

​O artigo detalha as particularidades de cada abordagem, ajudando gestores a decidirem com base em critérios técnicos:

  • Método de Kjeldahl: O clássico de referência. Amplamente aceito pela legislação, mas exige maior tempo e lida com reagentes químicos agressivos.

  • Método de Dumas (LECO): A evolução pela combustão. Oferece alta automação, velocidade e segurança operacional ao eliminar o uso de ácidos fortes.

  • Espectroscopia NIR/NIRS: A velocidade extrema. Técnica não destrutiva que permite monitoramento em tempo real, dependendo de calibrações sólidas com os métodos anteriores.

Qual escolher?

​A grande conclusão é que esses métodos não precisam ser excludentes. Na prática, muitas indústrias utilizam uma estratégia complementar: a precisão do Kjeldahl ou Dumas para validar e calibrar a rapidez do NIR no monitoramento contínuo.

Confira o artigo completo:

MÉTODOS TRADICIONAIS, TECNOLOGIAS RÁPIDAS E APLICAÇÕES INDUSTRIAIS PARA ANÁLISE DE PROTEÍNAS EM ALIMENTOS 

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem